Veja bem como é engraçado...
...o amor.
O amor é como uma bola cheia de gás. Mas não dessas bolas de couro usadas para o futebol, e sim a parte da câmara de gás, aquela de borracha que pode ser usada para queimada.
Para cada pessoa que passa na nossa vida a bola é de um tamanho. Com a convivência ela é enchida aos poucos e com resistência suficiente, dificilmente ela estoura.
Quando ela está grande, a gente se diverte e tenta brincar com ela das diversas formas. E não queremos que ninguém mais brinque com ela.
Mas às vezes fazemos algo errado e ela pode furar. As mágoas são pequenos furos na bola, que fazem o amor esvaziar.
Muitas vezes tentamos contornar a situação e manter a bola do tamanho que estava. Às vezes a própria pessoa que a gente ama coloca uma bandagem no furo. Veja bem que ela já não é mais a mesma, pode ter murchado um pouco e tem suas cicatrizes. Mas com o tempo a gente a enche de novo.
Pode acontecer também de a bola ser furada e nós mesmos não aceitarmos que ela esvazie. Nesse momento somos nós que vamos até a bola e colocamos o dedo no furo.
Isso faz com que fiquemos presos à bola, de castigo à espera da bandagem chegar. Não há como brincar, nem sair para encher a bola para outro alguém.
Até que chega o dia em que a gente cansa de segurar o furo e deixa a bola esvaziar. O tempo para ela murchar é proporcional ao tamanho que era, ou seja, ao amor que a gente tinha.
Mas ela nunca esvazia por completo. Mesmo quando está bem murcha, resta um gás residual, e isso é a estima que a gente guarda pela pessoa. É o que resta para a vida toda.
A partir daí estamos prontos para encher a bola para outro alguém.
Eu mesma sentei em cima da minha bola para ver se ela esvazia mais rápido.
O amor é como uma bola cheia de gás. Mas não dessas bolas de couro usadas para o futebol, e sim a parte da câmara de gás, aquela de borracha que pode ser usada para queimada.
Para cada pessoa que passa na nossa vida a bola é de um tamanho. Com a convivência ela é enchida aos poucos e com resistência suficiente, dificilmente ela estoura.
Quando ela está grande, a gente se diverte e tenta brincar com ela das diversas formas. E não queremos que ninguém mais brinque com ela.
Mas às vezes fazemos algo errado e ela pode furar. As mágoas são pequenos furos na bola, que fazem o amor esvaziar.
Muitas vezes tentamos contornar a situação e manter a bola do tamanho que estava. Às vezes a própria pessoa que a gente ama coloca uma bandagem no furo. Veja bem que ela já não é mais a mesma, pode ter murchado um pouco e tem suas cicatrizes. Mas com o tempo a gente a enche de novo.
Pode acontecer também de a bola ser furada e nós mesmos não aceitarmos que ela esvazie. Nesse momento somos nós que vamos até a bola e colocamos o dedo no furo.
Isso faz com que fiquemos presos à bola, de castigo à espera da bandagem chegar. Não há como brincar, nem sair para encher a bola para outro alguém.
Até que chega o dia em que a gente cansa de segurar o furo e deixa a bola esvaziar. O tempo para ela murchar é proporcional ao tamanho que era, ou seja, ao amor que a gente tinha.
Mas ela nunca esvazia por completo. Mesmo quando está bem murcha, resta um gás residual, e isso é a estima que a gente guarda pela pessoa. É o que resta para a vida toda.
A partir daí estamos prontos para encher a bola para outro alguém.
Eu mesma sentei em cima da minha bola para ver se ela esvazia mais rápido.

1 Comments:
Minha bola com vc já esvaziou e encheu e ja teve lá seus esperadrapos...agora ela só cresce, cada dia mais . E junto com o amor , cresce o carinho, a confiança, e mais um monte de coisas .... engraçado isso...ainda ontem eu estava conversando com o Pedro(amigo da facu) q nós só podemos ter 10 amigos , todos os outros são colegas...mas isso ja é assunto pra outro post....te amo Ge, nossa é beeeem maior q aquelas de pecuária ...bjoooooo
Post a Comment
<< Home